Já não sei o que em mim é inquietude e o que é aceitação. Os sinos já ameaçam as doze baladas solitárias da praça noturna e suas palmeiras infinitas. Mas me surpreendo ao notar que o sol já se pôs. Não sei se de distraída ou de ansiosa demais. Passei a tarde inteira preocupada com um filme que por fim não vi. Já me cansei de ver este relógio dar voltas na parede e as folhas voarem do calendário. Talvez esteja na hora de redescobrir o sono...
Insônia, você por aqui?
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 Postado por admin às 00:15 | Marcadores: textos
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